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Se comparado com o malware, podemos dizer que o crimeware ainda está engatinhando, não tendo nem mesmo uma definição oficial. Mas como o próprio nome indica, o crimeware se refere a softwares mal-intencionados usados em crimes que são, normalmente, baseados na Internet. Nos dois últimos anos, os ataques de crimeware aumentaram muito mais que os vírus normais. Grupos internacionais de criadores de vírus, hackers e remetentes de spam estão unindo forças para roubar informações e obter lucros enormes ilegalmente.
Um exemplo clássico de crimeware consiste em um cavalo de Tróia do tipo keylogger backdoor, que coleta informações sobre o pressionamento de teclas e as transmite para um invasor. Por exemplo, ele pode descobrir o logon e a senha de entrada em um site de banco e enviá-los para o invasor. Normalmente, essas informações serão usadas para obter lucros ilegais. Uma outra forma de crimeware é o chamado ransomware. Neste caso, um cavalo de Tróia mal-intencionado criptografa os arquivos no disco rígido do usuário incauto. Depois que os arquivos estão criptografados, o cavalo de Tróia exibe uma mensagem ou deixa uma nota de resgate (ransom) exigindo dinheiro em troca da chave de descriptografia. Considerando a novidade desse tipo de ameaça e seu potencial de desenvolvimento, provavelmente será necessário esclarecer e desmembrar a definição de crimeware. A Kaspersky desenvolveu seus produtos com a tecnologia mais atualizada do mercado, com essas informações em mente. Nossos softwares são criados para proteger contra os crimewares mais complexos, além dos vírus e spywares do dia-a-dia. Por isso, nossas taxas de detecção sempre lideram os testes realizados por terceiros e daí vem a necessidade de atualizações a cada hora. Experimente nossos softwares antivírus e anti-spyware gratuitamente por 30 dias e veja a diferença! |
