{"id":6402,"date":"2016-07-13T01:52:19","date_gmt":"2016-07-12T22:52:19","guid":{"rendered":"https:\/\/kasperskydaily.com\/brazil\/?p=6402"},"modified":"2019-11-22T07:32:40","modified_gmt":"2019-11-22T10:32:40","slug":"how-facial-recognition-works","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.kaspersky.com.br\/blog\/how-facial-recognition-works\/6402\/","title":{"rendered":"Um dia as m\u00e1quinas v\u00e3o reconhecer nossos rostos?"},"content":{"rendered":"<p>Em 2010, os donos da maior base de dados faciais do mundo \u2013 o Facebook \u2013 <a href=\"http:\/\/edition.cnn.com\/2010\/TECH\/social.media\/07\/02\/facebook.recognition\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener nofollow\">aprenderam<\/a> a distinguir um retrato de uma paisagem: a m\u00eddia social se tornou capaz de procurar rostos em fotos e marc\u00e1-los. \u00c0s vezes, erros ocorriam. Quatro anos mais tarde, o Facebook <a href=\"http:\/\/www.theverge.com\/2014\/7\/7\/5878069\/why-facebook-is-beating-the-fbi-at-facial-recognition\" target=\"_blank\" rel=\"noopener nofollow\">atingiu uma taxa de 97% de acerto<\/a> na hora de distinguir se uma foto tinha uma ou duas pessoas.<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><span class=\"embed-youtube\" style=\"text-align:center; display: block;\"><iframe class=\"youtube-player\" type=\"text\/html\" width=\"640\" height=\"390\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/Y1lnrGIbweY?version=3&amp;rel=1&amp;fs=1&amp;showsearch=0&amp;showinfo=1&amp;iv_load_policy=1&amp;wmode=transparent\" frameborder=\"0\" allowfullscreen=\"true\"><\/iframe><\/span><\/p>\n<p>Esse avan\u00e7o foi bastante significativo para o Facebook, ainda assim, o algoritmo ainda perde para o c\u00e9rebro humano em 3% desses casos. Se algu\u00e9m nos pedir para reconhecer algu\u00e9m familiar em uma foto de baixa resolu\u00e7\u00e3o,\u00a0<a href=\"http:\/\/web.mit.edu\/sinhalab\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener nofollow\">nos sairemos melhor do que os computadores<\/a>. Mesmo com fotos tiradas de \u00e2ngulos ruins.<\/p>\n<p><span class=\"embed-youtube\" style=\"text-align:center; display: block;\"><iframe class=\"youtube-player\" type=\"text\/html\" width=\"640\" height=\"390\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/l4Rn38_vrLQ?version=3&amp;rel=1&amp;fs=1&amp;showsearch=0&amp;showinfo=1&amp;iv_load_policy=1&amp;wmode=transparent\" frameborder=\"0\" allowfullscreen=\"true\"><\/iframe><\/span><\/p>\n<p>Esse quadro n\u00e3o \u00e9 nada comum, j\u00e1 que computadores tendem a ser mais precisos que seres humanos. Afinal, por que somos capazes de resolver esses desafios e como computadores tentam fazer o mesmo?<\/p>\n<p><strong>Nossos c\u00e9rebros passaram por um treinamento duro<\/strong><br>\n<a href=\"http:\/\/www.sciencemag.org\/news\/2012\/10\/identifying-brains-own-facial-recognition-system\" target=\"_blank\" rel=\"noopener nofollow\">Descobriu-se<\/a> que certas \u00e1reas do c\u00e9rebro s\u00e3o voltadas unicamente para reconhecimento facial. Essa regi\u00e3o \u00e9 chamada de giro fusiforme, parte dos l\u00f3bulos temporal e occipital. Os seres humanos aprendem a distinguir rostos desde seu nascimento \u2013 crian\u00e7as desenvolvem essa habilidade nos seus primeiros dias de vida. J\u00e1 com quatro meses, <a href=\"http:\/\/news.stanford.edu\/news\/2012\/december\/infants-process-faces-121112.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener nofollow\">beb\u00eas conseguem distinguir<\/a> um tio do outro \u2013 as tias tamb\u00e9m, claro.<\/p>\n<p>Olhos, ma\u00e7\u00e3s do rosto, nariz, boca e sobrancelhas s\u00e3o as principais caracter\u00edsticas do rosto que nos auxiliam a reconhecer as pessoas. A pele tamb\u00e9m \u00e9 importante, principalmente a textura e a cor. \u00c9 digno de nota que nosso c\u00e9rebro tende a processar o rosto como um todo \u2013 <a href=\"https:\/\/en.m.wikipedia.org\/wiki\/Face_perception#In_individuals_with_autism_spectrum_disorder\" target=\"_blank\" rel=\"noopener nofollow\">n\u00e3o desviando foco para detalhes individuais<\/a>. \u00c9 por isso que podemos reconhecer as pessoas mesmo que elas escondam metade do rosto com um cachecol ou peda\u00e7o de papel. Contudo, se algu\u00e9m faz uma montagem simples, unindo os rostos de duas pessoas famosas, os observadores podem precisar de um tempinho para reconhecer de quem se trata.<\/p>\n<p>Veja s\u00f3 essa combina\u00e7\u00e3o de fotos de Brad Pitt e Angelina Jolie:<\/p>\n<p>Desde o nascimento, nosso c\u00e9rebro armazena rostos. Gradualmente, criamos um modelo b\u00e1sico e o utilizamos para o processamento facial. Colocando esse modelo no papel, ele pareceria com isso:<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" class=\"alignnone\" src=\"https:\/\/media.kasperskydaily.com\/wp-content\/uploads\/sites\/94\/2016\/07\/06135550\/256052_900.jpg\" width=\"900\" height=\"321\"><\/p>\n<p>O processamento facial ocorre por meio da compara\u00e7\u00e3o da apar\u00eancia de algu\u00e9m com o modelo interno: se o nariz da pessoa \u00e9 mais largo, os l\u00e1bios mais cheios, o tom de pelo mais claro ou escuro, entre outros. Aqueles menos viajados tendem a ter a impress\u00e3o de que pessoas de outras etnias s\u00e3o muito parecidas. Isso porque nosso modelo mental \u00e9 adaptado \u00e0s pessoas de nossa\u00a0regi\u00e3o.<\/p>\n<p>A prop\u00f3sito, alguns <a href=\"https:\/\/peerj.com\/articles\/1115\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener nofollow\">animais podem distinguir<\/a> fei\u00e7\u00f5es, caso de c\u00e3es e macacos. Apesar de o olfato ser uma das principais fontes de informa\u00e7\u00e3o para nossos amigos peludos, imagens tamb\u00e9m podem auxiliar animais a reconhecer outros seres vivos. O interessante no caso do melhor amigo do homem \u00e9 eles n\u00e3o apenas conseguirem distinguir nosso estado de esp\u00edrito pelas nossas fei\u00e7\u00f5es, mas tamb\u00e9m <a href=\"http:\/\/www.wikihow.com\/Teach-a-Dog-to-Smile\" target=\"_blank\" rel=\"noopener nofollow\">aprendem a sorrir<\/a>.<\/p>\n<p><strong>Como computadores reconhecem rostos?<br>\n<\/strong>Qual \u00e9 a conex\u00e3o entre sorrisos humanos e processamento facial? Os dois s\u00e3o praticamente insepar\u00e1veis, j\u00e1 que qualquer express\u00e3o pode alterar nossos rostos ao ponto de eliminar qualquer possibilidade de reconhecimento, especialmente para algoritmos de computador.<\/p>\n<p>Softwares s\u00e3o capazes de comparar duas fotos frontais e determinar se retratam a mesma pessoa. O funcionamento dessa solu\u00e7\u00e3o lembra o processo de pintores de retratos: eles analisam os chamados pontos nodais no rosto humano. S\u00e3o esses pontos que determinam a individualidade dos nossos rostos. M\u00e9todos diferentes encontram de 80 a 150 pontos nodais em um \u00fanico rosto.<\/p>\n<p>Por exemplo, artistas e softwares analisam a dist\u00e2ncia entre os olhos, a largura do nariz, a profundidade dos olhos, ao formato das ma\u00e7\u00e3s do rosto, o tamanho da mand\u00edbula e por a\u00ed vai.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" class=\"alignnone\" src=\"https:\/\/media.kasperskydaily.com\/wp-content\/uploads\/sites\/94\/2016\/07\/06135549\/image_image_77893.jpg\" width=\"1244\" height=\"1600\"><\/p>\n<p>Quando voc\u00ea altera o n\u00edvel dos olhos ou pede para o modelo virar o rosto, essas medidas se alteram. Como muitos algoritmos de processamento facial analisam imagens em apenas duas dimens\u00f5es, o ponto de vista \u00e9 crucial para um reconhecimento preciso. Quer continuar na surdina? Esconda seus olhos e ma\u00e7\u00e3s do rosto com \u00f3culos escuros e cubra a boca e o queixo com um cachecol. Quando <a href=\"https:\/\/www.kaspersky.com\/blog\/findface-experiment\/11916\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener nofollow\">testamos o FindFace<\/a>, ele foi capaz de reconhecer modelos apenas fotografados de frente.<\/p>\n<p>Esse \u00e9 o caminho para enganar servi\u00e7os de reconhecimento facial que trabalham com \u201cimagens chapadas\u201d. Contudo tudo que \u00e9 bom, dura pouco. Algoritmos mais eficientes j\u00e1 est\u00e3o a caminho.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.kaspersky.ru\/blog\/files\/2016\/04\/rec.jpg\">https:\/\/www.kaspersky.ru\/blog\/files\/2016\/04\/rec.jpg<\/a><\/p>\n<p><strong>E agora?<br>\n<\/strong>Nosso c\u00e9rebro se acostuma com o processamento de rostos a medida que crescemos. A habilidade de distinguir \u201cn\u00f3s\u201d de \u201coutros\u201d \u00e9 uma das habilidades necess\u00e1rias para sobreviv\u00eancia. <a href=\"https:\/\/www.ted.com\/talks\/jeremy_howard_the_wonderful_and_terrifying_implications_of_computers_that_can_learn?language=en\" target=\"_blank\" rel=\"noopener nofollow\">Computadores modernos<\/a> podem aprender como humanos e programar a si mesmos. Para melhorar resultados do processamento facial intermediado por m\u00e1quinas, desenvolvedores utilizam algoritmos autodidatas, usando como dado de entrada centenas de retratos humanos que nem um anu\u00e1rio de col\u00e9gio. N\u00e3o \u00e9 nada dif\u00edcil encontrar essas imagens, j\u00e1 que est\u00e3o dispon\u00edveis online, em m\u00eddias sociais, sites de hospedagem e armazenamento de fotos, entre outras fontes na web.<\/p>\n<p>Reconhecimento facial se tornou mais eficiente quando algoritmos come\u00e7aram a trabalhar com <a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Three-dimensional_face_recognition\" target=\"_blank\" rel=\"noopener nofollow\">modelos 3D<\/a>. Ao projetar uma grade no rosto e integrar com captura de v\u00eddeo da cabe\u00e7a humana o programa entende que a apar\u00eancia de algu\u00e9m muda com o \u00e2ngulo. A prop\u00f3sito, os modelos no c\u00e9rebro humano tamb\u00e9m s\u00e3o tridimensionais. Apesar de essa tecnologia ainda estar\u00a0em desenvolvimento, \u00e9 poss\u00edvel encontrar no mercado solu\u00e7\u00f5es j\u00e1 registradas.<\/p>\n<blockquote class=\"twitter-pullquote\"><p>Os desafios de fazer as m\u00e1quinas reconhecerem rostos #biometria<\/p><a href=\"https:\/\/twitter.com\/share?url=https%3A%2F%2Fkas.pr%2FD5DG&amp;text=Os+desafios+de+fazer+as+m%C3%A1quinas+reconhecerem+rostos+%23biometria\" class=\"btn btn-twhite\" data-lang=\"en\" data-count=\"0\" target=\"_blank\" rel=\"noopener nofollow\">Tweet<\/a><\/blockquote>\n<p>Estudos relacionados com a c\u00f3pia dessas fei\u00e7\u00f5es tamb\u00e9m ganharam for\u00e7a. Reprodu\u00e7\u00e3o de emo\u00e7\u00f5es de maneira realista \u00e9 uma mina de ouro para a ind\u00fastria de videogames \u2013 v\u00e1rias empresas se esfor\u00e7am bastante para tornar seus personagens cada vez mais convincentes. A mesma tecnologia favorecer\u00e1 bastante programas de reconhecimento facial \u2013 quando essas solu\u00e7\u00f5es conseguirem de fato copiar o original, ser\u00e3o capazes associar o sorriso bonito de uma mo\u00e7a em uma foto com outra imagem na rua, concluindo que se trata da mesma pessoa.<\/p>\n<p>Fora os modelos 3D, desenvolvedores trabalham em diversas frentes. A empresa Identix <a href=\"https:\/\/www.linkedin.com\/pulse\/20140802213837-343420151-how-facial-recognition-systems-work\" target=\"_blank\" rel=\"noopener nofollow\">criou<\/a> uma tecnologia biom\u00e9trica para reconhecimento facial chamada FaceIt Argus. Ela analisa a unicidade da textura da pele: linhas, poros, cicatrizes entre outros aspectos. O criador do FaceIt Argus alega que seu desenvolvimento identifica diferen\u00e7as entre g\u00eameos id\u00eanticos, ainda n\u00e3o poss\u00edvel utilizando softwares de reconhecimento facial.<\/p>\n<p>Especula-se que o sistema \u00e9 capaz de ignorar os efeitos de express\u00f5es faciais (como piscar, franzir ou sorrir), possuindo ainda a capacidade de compensar por crescimento de barba, bigode e mudan\u00e7as por conta de \u00f3culos. O acerto em identifica\u00e7\u00f5es tende a aumentar entre 20 a 25% quando o FaceIt Argus \u00e9 utilizado em conjunto com outros sistemas de processamento. Por outro lado, essa tecnologia falha quando usada em imagens com baixa resolu\u00e7\u00e3o e pouca luz.<\/p>\n<p>De qualquer forma, para compensar essa eventualidade, existe outra tecnologia. Cientistas de computa\u00e7\u00e3o do Instituto Karlsruhe de Tecnologia (Alemanha) desenvolveram uma nova t\u00e9cnica, que <a href=\"http:\/\/www.dailymail.co.uk\/sciencetech\/article-3178864\/Nowhere-hide-Facial-recognition-technology-identify-people-complete-DARKNESS-reading-thermal-signatures.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener nofollow\">reconhece retratos infravermelho<\/a> de pessoas, mesmo que fotografados em luz ruim ou escurid\u00e3o completa.<\/p>\n<p>Essa tecnologia analisa assinaturas t\u00e9rmicas de seres humanos e as compara com imagens de fotos comuns com precis\u00e3o m\u00e1xima de 80%. Quanto maior o n\u00famero de imagens dispon\u00edveis, maior a taxa de sucesso do algoritmo. Quando apenas uma imagem est\u00e1 dispon\u00edvel, a precis\u00e3o cai para 55%.<\/p>\n<p>Se voc\u00ea se pergunta o que pode ser feito com a evolu\u00e7\u00e3o dessa tecnologia no que diz respeito a invas\u00e3o de privacidade, recomendamos que voc\u00ea assista a miniss\u00e9rie brit\u00e2nica \u201cBlack Mirror\u201d, especialmente o epis\u00f3dio \u201c<a href=\"https:\/\/en.m.wikipedia.org\/wiki\/Fifteen_Million_Merits\" target=\"_blank\" rel=\"noopener nofollow\">Quinze Milh\u00f5es de M\u00e9ritos<\/a>\u201c.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em 2010, os donos da maior base de dados faciais do mundo \u2013 o Facebook \u2013 aprenderam a distinguir um retrato de uma paisagem: a m\u00eddia social se tornou capaz<\/p>\n","protected":false},"author":522,"featured_media":6403,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[14],"tags":[101],"class_list":{"0":"post-6402","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-news","8":"tag-biometria"},"hreflang":[{"hreflang":"pt-br","url":"https:\/\/www.kaspersky.com.br\/blog\/how-facial-recognition-works\/6402\/"},{"hreflang":"en-us","url":"https:\/\/usa.kaspersky.com\/blog\/how-facial-recognition-works\/7357\/"},{"hreflang":"en-gb","url":"https:\/\/www.kaspersky.co.uk\/blog\/how-facial-recognition-works\/7382\/"},{"hreflang":"es-mx","url":"https:\/\/latam.kaspersky.com\/blog\/how-facial-recognition-works\/7316\/"},{"hreflang":"es","url":"https:\/\/www.kaspersky.es\/blog\/how-facial-recognition-works\/8564\/"},{"hreflang":"it","url":"https:\/\/www.kaspersky.it\/blog\/how-facial-recognition-works\/8512\/"},{"hreflang":"tr","url":"https:\/\/www.kaspersky.com.tr\/blog\/how-facial-recognition-works\/2302\/"},{"hreflang":"x-default","url":"https:\/\/www.kaspersky.com\/blog\/how-facial-recognition-works\/12073\/"},{"hreflang":"de","url":"https:\/\/www.kaspersky.de\/blog\/how-facial-recognition-works\/8090\/"},{"hreflang":"ja","url":"https:\/\/blog.kaspersky.co.jp\/how-facial-recognition-works\/11385\/"},{"hreflang":"en-au","url":"https:\/\/www.kaspersky.com.au\/blog\/how-facial-recognition-works\/12073\/"},{"hreflang":"en-za","url":"https:\/\/www.kaspersky.co.za\/blog\/how-facial-recognition-works\/12073\/"}],"acf":[],"banners":"","maintag":{"url":"https:\/\/www.kaspersky.com.br\/blog\/tag\/biometria\/","name":"biometria"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.kaspersky.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6402","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.kaspersky.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.kaspersky.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.kaspersky.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/522"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.kaspersky.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=6402"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/www.kaspersky.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6402\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":13170,"href":"https:\/\/www.kaspersky.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6402\/revisions\/13170"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.kaspersky.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media\/6403"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.kaspersky.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=6402"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.kaspersky.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=6402"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.kaspersky.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=6402"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}