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Nossos princípios para o processamento de dados do usuário

Os principais princípios

  • Informações enviadas por produtos da Kaspersky Lab para os servidores da empresa (a “nuvem”) estão limitadas aos dados necessários para aumentar o nível de proteção contra ameaças virtuais, refinar a operação do produto e oferecer melhores soluções aos usuários
  • Os dados enviados à Kaspersky Lab são despersonalizados e não incluem informações confidenciais dos usuários
  • Os usuários consentem voluntariamente em enviar esses dados à Kaspersky Lab ao concordar com o contrato de licença durante a instalação do produto e com o contrato de usuário do Kaspersky Security Network (KSN)
  • As informações recebidas, assim como o tráfego, são protegidas em conformidade com os requisitos legais e rígidos padrões do setor, incluindo criptografia, certificados digitais, firewalls e muito mais.

O que é a Kaspersky Security Network?

O Kaspersky Security Network é um sistema baseado em nuvem especializado que processa automaticamente estatísticas despersonalizadas recebidas de milhões de dispositivos de usuários da Kaspersky Lab em todo o mundo que consentiram voluntariamente com isso. O KSN foi criado para maximizar a eficácia da descoberta de ameaças novas e desconhecidas.

O que é ‘nuvem’?

É um serviço executado em servidores de uma empresa, em vez de nos dispositivos do usuário e que pode ser usado via Internet de qualquer lugar do mundo. Exemplos de serviços em nuvem incluem e-mail, compartilhamento de arquivos e serviços de hospedagem de arquivos. Os servidores da Kaspersky Lab estão distribuídos por todo o mundo, proporcionando um processamento mais rápido de informações e a permutabilidade em caso de emergência.

Qual é o objetivo da proteção baseada em nuvem?

A maioria dos fornecedores de segurança de TI usa a nuvem para melhorar os níveis de proteção. A proteção híbrida (bancos de dados de antivírus + defesa proativa + nuvem) é a mais eficaz.

O alto desempenho dos servidores corporativos significa que as ameaças virtuais detectadas nos dispositivos dos usuários podem ser analisadas mais rapidamente e com maior precisão. Enquanto o ciclo de atualização de bancos de dados de antivírus e anti-phishing tradicionais normalmente demora várias horas, a nuvem pode fornecer aos usuários proteção contra uma nova ameaça em minutos.

O uso da nuvem também pode deixar um produto ""mais leve"", evitando que ele use muita memória e recursos do dispositivo do usuário.

Que dados são processados ​​na nuvem?

Informações de licença e de produtos

Essas informações são necessárias para manter a comunicação entre o produto e os serviços da Kaspersky Lab - enviando e recebendo atualizações de bancos de dados de produtos e de antivírus etc. A nuvem as utiliza para reconhecer usuários legítimos.

Os dados sobre a operação do produto e sua interação com o usuário também são analisados. Quanto tempo demora a verificação de ameaças? Que recursos são usados ​​mais frequentemente do que outros? As respostas a essas e outras perguntas ajudam os desenvolvedores a melhorar os produtos, tornando-os mais rápidos e fáceis de usar.

Dados do dispositivo

Dados como o tipo de dispositivo, sistema operacional, aplicativos instalados no dispositivo, entre outros, são necessários para ""vincular"" uma licença a uma máquina específica. Por que isso? Vincular uma licença a uma máquina específica significa que o usuário precisará comprar uma nova licença para o produto de segurança após reinstalar o sistema operacional, por exemplo. Identificar uma determinada pessoa com base nesse tipo de informações de dispositivo é impossível, pois elas não incluem quaisquer dados que possam ser usados para identificar o usuário. Essas informações também nos ajudam a analisar ameaças virtuais ao mostrar quantos dispositivos são afetados por uma ameaça específica.

Ameaças detectadas

Se uma ameaça (nova ou conhecida) for encontrada em um dispositivo, as informações sobre essa ameaça são enviadas para a Kaspersky Lab. Isso nos permite analisar as ameaças, suas fontes, princípios de infecção etc. Isso resulta em uma proteção de maior qualidade para todos os usuários.

Informações sobre aplicativos instalados

Essas informações ajudam a criar listas de aplicativos ""brancos"" ou inofensivos e a evitar que os produtos de segurança identifiquem erroneamente tais aplicativos como maliciosos. Esses dados também são usados para atualizações e para ampliar as categorias de programas para soluções como o Controle para Pais. Além disso, essas informações nos ajudam a entender melhor nossos usuários e oferecer soluções de segurança que correspondam a suas necessidades.

Solicitações de pesquisa, cookies e endereços de páginas da Web

Por um lado, esses dados ajudam a melhorar a proteção contra páginas da Web falsas e infectadas. Nos casos em que os criminosos virtuais elevam intencionalmente páginas perigosas para o topo dos resultados de pesquisa, essas informações nos permitem detectar rapidamente uma campanha maliciosa e proteger nossos usuários. Por outro lado, elas são necessárias para criar ofertas personalizadas de soluções de proteção adicional para diferentes grupos de usuários com base em seu comportamento on-line.

Eventos de SO

Um novo malware muitas vezes pode ser identificado apenas por seu comportamento suspeito. Devido a isso, o produto analisa dados sobre os processos em execução no dispositivo (eventos que não dependem de ações do usuário, mas resultam da operação do SO e de programas). Isso torna possível identificar processos indicativos de atividade maliciosa no início e evitar consequências desastrosas, como a destruição de dados do usuário.

Arquivos suspeitos

Se um arquivo (ainda) desconhecido exibindo um comportamento suspeito for detectado em um dispositivo, ele pode ser enviado para a nuvem para uma análise mais aprofundada. Arquivos pessoais (como fotos ou documentos) raramente são maliciosos e não apresentam comportamentos suspeitos. Como resultado, essa categoria inclui a maioria dos arquivos executáveis ​​(.exe).

Dados de conexão Wi-Fi

Essas informações são analisadas para alertar os usuários de pontos de acesso Wi-Fi inseguros (ou seja, mal protegidos), ajudando a impedir que dados pessoais sejam interceptados.

Dados de contato do usuário

Endereços de e-mail são fornecidos pelos usuários, opcionalmente, e são usados ​​para autorização no portal da Web My Kaspersky, que permite aos usuários gerenciar sua proteção remotamente. Endereços de e-mail também são usados ​​para enviar mensagens direcionadas (por exemplo, contendo alertas importantes) para usuários de produtos da Kaspersky Lab. Os usuários também podem especificar, opcionalmente, seus nomes (ou nomes pelos quais gostariam de ser chamados no portal My Kaspersky e em e-mails).

A transferência de dados pode ser restrita?

Ao concordar com o contrato de licença durante a instalação do produto e com o contrato de usuário do Kaspersky Security Network (KSN), o usuário voluntariamente consente que certas informações sejam enviadas para a Kaspersky Lab. O volume e a estrutura dessas informações variam conforme o produto. Leia os contratos atentamente. Os usuários comerciais podem bloquear o envio de dados para a Kaspersky Lab. Os usuários domésticos podem limitar os dados enviados para informações despersonalizadas sobre a licença, o produto, o dispositivo no qual está instalado, as ameaças detectadas e sites visitados, desmarcando a caixa correspondente na lista de configurações.